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O SAL, apesar de ser geralmente associado a problemas de saúde, pode até ser bastante benéfico .

Por exemplo, um banho de sal grosso e o antigo escalda-pés, em que se mergulha os pés em salmoura bem quente, têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo.

Assim, mesmo quem mora longe da praia pode usufruir desta preciosidade vinda do mar para relaxar e renovar as energias.

Já foi considerado o ouro branco, pois no passado era usado para conservar os alimentos.

Os povos antigos usavam também o sal nas suas superstições.

Assim, foram desenvolvendo técnicas de superstição, como os exemplos que se seguem:

►Lançar uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.

►Misturar algum sal com água ou álcool é o suficiente para absorver tudo de ruim que está no ar, ajudando a purificar e impedindo que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa.

►Tomar um banho de água salgada ajuda a descarregar as más energias e é relaxante. No entanto, é preciso cuidado para não molhar a cabeça, pois é aí que mora o nosso espírito e este não deve ser neutralizado.

►Segundo a tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na nova casa são: um copo de água e outro com sal.

►Em África, também se usa sal marinho seco, num pires branco atrás da porta com o objetivo de puxar a energia negativa de quem entra.

►Alguns povos africanos tomam banho com água salgada misturada com ervas para conseguirem renovar a energia interna e a vontade de viver.

►O sal é o símbolo de lealdade na luta de sumo, sendo costume verem-se lutadores lançar sal no ringue para que a luta decorra com lealdade.

Mas, apesar de existirem diversas superstições associadas ao uso do sal, a verdade é que um banho de sal grosso pode realmente ser "milagroso"

 


 

Os SABONETES, segundo uma antiga lenda romana, a palavra 'sabão' teve sua origem no Monte Sapo, próximo à Roma, na Itália, onde animais eram oferecidos em sacrifício para os deuses. A gordura dos animais imolados no fogo misturava-se com a madeira queimada do altar. Esta mistura escorria para o solo nas proximidades de rios e as mulheres, ao lavarem roupas, sentiam uma maior facilidade em limpá-las quando estavam em contato com a nova substância.

O uso medicinal dos sabões remete-no a registros nos quais são mencionadas as suas propriedades medicinais e de limpeza. Alguns estudiosos usaram sabão para tentar solucionar diversos problemas de pele, incluindo a escabiose, a psoríese, o versicolor e a herpes. Na Europa, no século XIX, foram descritos tratamentos com o uso do sabonete de versicolor, da acne vulgar e da micose. E nos Estados Unidos, experimentaram tratar a acne com  um sabão fino, feito de azeite e soda cáustica.

 

Na época de Napoleão, na Europa, o banho ainda não era um costume corrente e as pessoas não o praticavam. Nos tempos elisabetanos, o banho era um evento anual, felizmente, com a mudança das gerações, este hábito tornou-se diário, mostrando-se útil à remoção de microorganismos da pele, reduzindo, desta forma, o risco de infecções na mesma.

 O nome SABONETE, teve origem em França, onde se iniciou a confecção de sabões nos quais eram inseridos cores e aromas. A palavra em francês é SAVONETE.

Na década de 50, com o desenvolvimento da indústria química e o ajuste das fórmulas, foi constatado um baixo índice de alergia ao uso de sabonetes, além de uma diminuição em seu custo. A função do sabonete consiste em emulsionar e suspender pequenas partículas sólidas da pele, e assim, são eliminadas com a água, diminuindo o ressecamento da pele. Na composição dos sabonetes podem ser incorporados óleos vegetais ou minerais e ingredientes menos agressivos para a pele, como os sabonetes de glicerina. Atualmente, podemos preparar os nossos próprios sabonetes, utilizando bases que são dissolvidas artesanalmente, adicionando-lhes cores e aromas e ainda moldando-os em várias formas e tamanhos diferentes.


 

Nos SABONETES COMERCIAIS,  a carência de glicerina nos sabonetes comerciais é a principal razão do ressecamento que sentimos na pele com o seu uso. E muitas vezes , observamos o  sabonete secar e rachar. Esta é a principal diferença entre os sabonetes comerciais e os sabonetes artesanais. Os ácidos graxos contidos nos óleos utilizados para se fazer o sabonete artesanal ajudam a regular a umidade e nutrir a pele, enquanto a glicerina natural dá uma textura mais macia.

 

Os sabonetes comerciais à venda nos supermercados são fabricados visando três aspetos: a conservação do produto nas prateleiras do comércio, oferecer ao consumidor um produto de maior duração e ser atrativo na hora da compra. Com isso justificam o uso de produtos químicos e conservantes resultando em um produto que nem poderia ser chamado de sabão ou sabonete, na sua verdadeira essência, pois nada mais são do que detergentes sintéticos, utilizando inclusive o hidróxido de sódio (soda cáustica) e lauril. Muitos desses detergentes são à base de petróleo e outros que contêm substâncias encontradas na natureza, mas são extraídos radicalmente e modificados.

Todos os valores incluem IVA à taxa em vigor

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